Se nosso conhecimento está baseado no cérebro, como seria o “mundo”, o conhecimento de uma pessoa, de, por exemplo, centenas de anos?
Será que o cérebro pode ser totalmente preenchido de informações?
É interessante pensar neste assunto porque muitas pessoas se preocupam muito com a quantidade de vida, mas e se elas realmente tiverem muitos, mas muitos anos a mais, conseguirão lembrar de tudo que já viveram? Ou melhor, quanto mais vão vivendo, menos lembrarão? Ou o cérebro entraria em colapso quando se “enchesse”?
Na minha opinião, o cérebro não tem um limite de informações, alias eu acho que quanto mais informações tivermos ao nosso alcance mais estamos incentivando o nosso cérebro de trabalhar melhor, eu acho que quem vai perdendo a memória são aquelas pessoas que são mais acomodadas com a vida e não tem uma atividade incentivadora para que o cérebro funcione melhor numa idade mais avançada.
Claro que deve-se levar em conta o lado biológico da questão, mas li um documentário da Scientific American Brasil em abril de 2008 sobre crianças com a metade de seus cérebros e como elas conseguiram aprimorar a capacidade dos neurônios já existentes.
Prático o Método DeRose desde 1999 e gosto de incluir no meu dia a dia técnicas que estimulam a oxigenação e irrigação cerebral (bhástrika e sirshasána).
Não custa nada dar um bom estimulo no equipamento!
Veja a descrição do respiratório acelerado, extraído do livro TRATADO DE YÔGA do Mestre DeRose.
Bhastriká – respiração do sopro rápido
a) Inspirar e expirar bem rápido e forte pelas duas narinas, produzindo um ruído alto como o de um fole;
b) o ritmo ideal é o de inspirar e expirar em apenas um segundo (um segundo para os dois movimentos);
c) os novatos executarão mais lentamente para não perder o ritmo. Os mais adiantados farão mais rápido, mais forte e utilizando a respiração completa. Enquanto isso não for possível, tente a abdominal
Experimente!