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Maturidade

by Will on 17 de julho de 2010

in Sem categoria

A ciências chama de maturidade o processo que torna os seres vivos aptos a reprodução.
O meu ponto de vista atual sobre maturidade representa uma continua expressão de autoconfiança baseada em experiências passadas e que geram sucesso.
As loucuras fazem historia. Faz bem rechear suas responsabilidades com momentos de prazer e alegria, senão a vida pode ficar muito chata. O que nos torna loucos é apenas a ausência de intervalo das nossas loucuras.
Muitas vezes uma experiência não tão bem sucedida nos torna medrosos, a maturidade muitas vezes nos impede de ter experiências fantásticas. A ignorância realmente é sublime.
E como deixar que a maturidade recheada de experiência não nos impeça de viver, de fazer loucuras, de fazer história?
Também não sei, mas faço questão de me aprimorar todos os dias para não deixar a parte chata da maturidade me contagiar de medo e excesso de zelo. Acho que só mais anos de vida podem me mostrar onde quero chegar. Não tenho pressa.
Recentemente assisti ao filme “The Tale of Despereaux” (O corajoso ratinho Despereaux), adaptacao da obra de Kate DiCamillo. O filme conta a historia de um camundongo absolutamente destemido. Uma grande mensagem sobre a coragem em face do medo e rejeição. Ele lida com os temas de dor e sofrimento, e como eles afetam os nossos corações e nossas ações. Uma frase do filme, provavelmente da autora, resume bem o motivo de tanta coragem: “Sempre que você tiver esperança, você nunca está realmente prisioneiro de ninguém”.
O traço que mais gostei da personagem principal era que ele não tinha medo de nada. Um exagero de coragem excelente pra virar o leme para o outro lado de alguns trintões que começam a ficar chatos.
Acho que a maturidade nos oferece coragem nas situações mais dificeis e nos tira das situações mais fáceis.

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Letícia julho 20, 2010 às 12:35

é isso aí… o que faríamos se não tivessemos medo??? os limites somos nós mesmos que criamos constantemente e o desafio é inspirarmo-nos em Ganêsha e abrirmos os caminhos :)
gostei muito da reflexão! ah, e adorei o Desperaux…
beijinhos,

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